terça-feira, 1 de fevereiro de 2011


A proposta de Jesus: a falência como alívio!

Vinde a mim todos os cansados e os sobrecarregados, e eu vos aliviarei, disse Jesus.

Ora, a salvação do cansado é Vir, não Ficar. A salvação do cansado é tomar algo, é atender um convite para sair de onde está e encontrar alívio para alma.

Mas como posso ir a algum lugar se eu mesmo não tenho forças para me ajudar?


Interessante isto. Para nós a salvação do cansado é ficar e descansar. Jesus, no entanto, diz que o cansado tem que VIR.

Mas como o cansado andará se está cansado? Não seria muito mais digno de Deus dizer: Todos os cansados fiquem onde estão, que eu vos visitarei?

A questão é que Este que oferece o descanso está ao lado, e Seu convite não é um grito distante, mas uma suplica interior: “Vinde a mim...e achareis descanso. Tomem o jugo, e tereis alívio”.

Assim, o movimento, o Vir, não para fora, mas para dentro!

Todavia, por mais perto que Ele esteja, aquele que precisa da ajuda precisa Vir, tem de se movimentar, necessita escolher e acolher o refúgio.

Afinal, quem descansa no refúgio que não quer estar?

Refúgio forçado é prisão!

“Vinde a mim” é um convite pessoal e propõe um encontro pessoal. “Vinde a mim” equivale a “permaneça em mim, e você terá descanso”.

Todavia, nem por causa disso eu devo ficar onde estou. Eu preciso sair de onde estou em mim a fim de encontrá-Lo como alívio para mim, ainda em mim.

“Permanecer Nele” é “Vir a Ele”. Portanto, é um permanecer em movimento, andando com Ele, deixando-se levar aos pastos verdejantes e às águas tranqüilas, e que não existem em nenhum éden terreno, mas tão somente em paragens interiores.

“Vinde a mim todos...”, diz Jesus.

Que coisa mais linda é ouvi-Lo dizer que Seu atendimento é pessoal, visto que só é para todos, porque é para cada um.

Ele não pergunta pelo tipo de peso ou de carga que nos oprime, apenas aceita que pode ser qualquer coisa, e que Ele mesmo tratará com total pessoalidade qualquer que seja o jugo de agonias que possam estar afligindo a todos, portanto, a cada um individualmente.

Jesus, assim, não classifica angustias, e nem diz que certas agonias são virtuosas e, portanto, passíveis de ajuda, enquanto outras não são.

Jesus não age assim. Assim age a religião!

Não! Não é para um concurso de agonias que Ele nos convida, nem é para um vestibular de angustias; para então, no fim, alguns serem selecionados para receber o alívio e a ajuda. Pois assim como Ele convida a todos, Ele também convida o tudo de todos, sem discriminação.

O critério que seleciona as agonias passiveis de socorro não obedece a qualquer juízo moral, ético ou religioso.

Quem pré-seleciona o candidato à ajuda é a Necessidade que faz com que o necessitado perca o senso de auto-critica e de auto-ajuda, e simplesmente diga: “Eu não posso mais”.

Assim, o convite é para quem não pode mais, é para quem cansou tanto que já desistiu, e só não desistiu totalmente porque não sabe como morrer.

Somente os que não sabem como morrer é que podem atender a tal convite, que num certo sentido só se consuma se eu digo: Morri mesmo que ainda exista!

O convite é para quem não sabe nem como morrer. Sim, o convite e é, sobretudo, para esses.

“Vinde a mim todos vós”, diz Jesus. E, assim dizendo, Ele espera que “vós”, nós, eu, cada um, por si mesmo, decida aceitar a ajuda, e Venha a Ele.

Estranho e fascinante. Eu não agüento mais, mas preciso “Vir a Ele”, o que significa fazer o movimento da rendição, da entrega total de toda auto-confiança.

O convite só se ef! etiva na completa certeza de que em mim mesmo não resta esperança.

O alívio só chega para quem já aprendeu que por si mesmo não chega a nenhum alívio por suas próprias pernas.

O alívio é apenas para os perdidos na impotência!

Maravilhoso e paradoxal!

Ele me diz: “Vem”. Mas eu não consigo dar nem mais um passo...

Assim, é na impossibilidade de me mover que eu me movo para onde está o refúgio.

Eu tenho apenas que dizer que não posso mais, e, no mesmo Instante, paradoxalmente, me movo para Ele, sem ter que sair de lugar nenhum, visto que o lugar sai de mim, pois a opressão é em mim, e o alívio está em mim, mas somente quando em mim mesmo, Venho a Ele.

Quando eu desisto, vou a Ele. Então, descubro que o lugar do alívio não é um lugar, nem mesmo pode ser comparado ou medido como a distância de uma estrada a ser percorrida até chegar a Ele, onde está o descanso.

Não! É justamente por não poder ir, que chego; e é por não agüentar mais, que recebo o poder que me faz agüentar tudo.

“Tomai sobre vós o meu jugo, pois Sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas, pois o jugo é suave, e o meu fardo é leve”, explica Jesus.

Ele implora que eu aceite a ajuda Dele. Sim, Ele se mostra manso e humilde, e garante que o peso Dele é leve.

Peso leve. Jugo suave. Tudo isto vem da mansidão e da humildade Dele.

Aquele que me oferece ajuda é forte em Sua mansidão e humildade em Seu coração.

Que coisa linda!

Assim, aprendo que meu sacrifico quanto a receber o alívio, é reconhecer que “não agüento mais”, e é “tomar um peso leve e um jugo suave”, que nada mais é que aceitar a mansidão e a humildade de Deus como meu lugar de refugio.

Sim, onde mais posso descansar senão na humildade de Deus?

Somente um Deus manso e humilde pode aceitar tudo em todos, e a ajudar todos em tudo!

No entanto, eu tenho que “Vir”, fazendo o movimento na Permanência Nele, e que só acontece como impossibilidade de ir a qualquer outro “lugar” que não seja Ele.

Mas quem agüenta se entregar a um Deus tão manso e humilde? Quem aceita que o socorro implica em falência e desistência? Quem deseja para si trocar seu próprio jugo pelo de Outro, por mais que Este que me convide diga que seu peso não pesa?

Para receber o alívio do Deus manso e humilde requer-se do homem um ato de movimento, e a coragem da troca. E pior: demanda desse carente que se declare mais que necessitado. Sim, dele se demanda que declare falência e que se movimente na declaração da impotência, e que seja humilde a fim de aceitar a falência como salvação.

Assim, a fim de me ajudar Jesus diz: Venha. E, assim fazendo, Ele me diz que a salvação é Ele, e que o caminho para ela reside na desistência de qualquer outra salvação que não seja um ato de reconhecimento da minha própria impotência e perdição.

Em Jesus somente os falidos são aliviados. Quem não chegou a esse ponto... onde já não se tem para onde ir...jamais saberá o significado de receber o alívio, visto que ainda é estivador de sua própria potência, e é ainda vítima de seu estado de não falência assumida.

Bem-aventurados os sem força para se mover, pois eles se moverão sem ter que ir a algum lugar, visto que o Lugar-Presença a eles vem. Aliás, implora para ser apenas reconhecido.


Caio


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Postado por Blog do Caminho no | em 1/09/2010 12:01:00 PM
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AS ‘MADURAS’ CRIANCICES DOS DISCÍPULOS
 
No caminho de terra e areia sobre o qual Jesus andava com Seus discípulos, a medida em que o tempo os deixava a vontade para ventarem o que existia em seus interiores diante de Jesus, o que neles havia de oculto, para eles mesmos, passava a ser revelado.
 
Isto porque talvez apenas Pedro e Mateus, desde sempre, tenham sido quem eram, do ponto de vista público. Afinal, já eram homens ‘definidos’ em suas personalidades. Os demais, entretanto, foram se mostrando devagar...
 
O moço meigo, que fazia carinho em Jesus, irmão de um outro homem bom (João e Tiago, respectivamente), ambos desejavam supremacia sobre os demais. Prova disso é que a mãe deles pediu a Jesus para que os seus dois filhos tivessem lugares à direita e à esquerda do Senhor no reino de Deus. Ora, dificilmente uma mãe faria algo assim sem que isto preexistisse como uma certa inclinação dos ‘meninos’.
 
Prova de que estavam meio surtados é que quando desceram com Jesus do monte onde houve a Transfiguração, logo a seguir surge a conversa de quem entre eles era o maior. Depois veio o surto de autoridade divina que os fez dizer que haviam proibido alguém que expulsava demônios, de o fazer, apenas porque ‘não andava com eles’. Não era nem mesmo um ‘não anda contigo’ o que eles disseram. Sim, com extrema facilidade, apenas porque haviam recebido certas deferências de carinho e amizade, e também de investimento de Jesus neles, eles já se sentiam “especiais”, e já falavam em nome de Jesus até contra Jesus, e já eram os que sabiam das coisas, os que decidiam quem era quem..., os que agora eram ‘sócios’ da revelação..., esquecidos de quem eram: meninos empolgados e ainda inconseqüentes. Sim, se sentiam como aqueles que olham para Jesus e dizem ‘nós’ como quem ‘inclui Jesus’; esquecidos de quem eram: apenas os convidados e os incluídos pela Graça Inexplicável.
 
Além disso, no prosseguimento do mesmo surto, João se enche de um ‘poder’ tão estranho ao espírito de Jesus, que deseja fazer cair fogo do céu para consumir os samaritanos.
 
Meu Deus! Que viagem fez esse menino, João, até virar homem, e dizer que quem ama é nascido de Deus, e quem não ama, antes odeia, esse nunca nasceu de Deus; pois, Deus é amor!
 
É também o caso de Pedro. Depois de exposto a todas evidencias acerca de Jesus; e depois de ter visto e ouvido tudo o que teve chance de ver e ouvir — de súbito, por ter tido o ‘privilégio’ na Graça de discernir em Jesus o Cristo, arroga-se, daí em diante, a dizer o que Jesus deveria ou não fazer de Sua vida, chegando mesmo a dizer que Jesus estava dizendo que certas coisas futuras (cruz, morte, e até a ressurreição) jamais aconteceriam, visto que ele, Pedro, jamais permitiria que Jesus se expusesse a tal besteira.
 
Assim, após confessar aquilo que somente por ‘revelação divina’ se poderia saber, Pedro agora ouve Jesus lhe dizer, sem meias palavras e sem delicadezas: “Arreda de mim satanás, visto que cogitas conforme os homens e não segundo Deus!”
 
Algum tempo depois, quando a Cruz já se avizinhava, Jesus ‘lhes’ disse que Ele e o Pai eram Um, e muitas coisas mais acerca dessa intimidade de Deus com Deus. Então Pedro disse: “Agora cremos; pois agora é que falas claramente...” Jesus apenas olhou para ele e perguntou: “Credes agora? Pois vos digo que cada um fugirá... e eu ficarei só... mas não estou só... pois o Pai está comigo”.
 
É à volta desse evento que Jesus também advertiu a Pedro dizendo que satanás o requerera, a fim de peneirá-lo como se faz com o trigo... e que ele abrisse os olhos... embora Jesus tenha dito que orara por ele, para que sua fé não falecesse.
 
Ora, o resultado dessa ‘coragem’ espiritual e humana de Pedro e dos demais, incluindo os Filhos do Trovão, João e Tiago, manifestou-se idêntica. Na hora em que o bicho pegou... cada um correu para sua casa.
 
Usei esses dois exemplos (os irmãos Filhos do Trovão e Pedro-Pedra), apenas para falar que foi assim e que é sempre assim..., mesmo quando se está seguindo Jesus.
 
O que me interessa, entretanto, é a paciência de Jesus com esses meninos, que, ‘do nada’, se fizeram ‘aquilo’ que Jesus disse que não tentassem ser e nem fazer. E mais: assusta-me ver que num curtíssimo espaço de tempo é possível que os discípulos se inflem com tais sutis presunções.
 
Mas Jesus não desistia deles. Cria que eles ainda fariam muita tolice e que haveria ainda muita infantilidade (anos depois Pedro teve que ser repreendido por Paulo por fazer um apostolado de ‘média’ entre os gentios e os discípulos de Tiago de Jerusalém). Ora, é essa insistência de Jesus na formação da consciência de meninos a fim de que cresçam e virem homens maduros, aquilo que mais me fascina na relação Dele com os apóstolos, os quais, muitas vezes, diziam coisas e afirmavam realidades tão impróprias e ignorantes, que até parecia que eles é que haviam chamado Jesus para segui-los...
 
Meu pecado é tão grande que, conquanto eu precise dessa Graça que investe em mim e na minha meninice, até que eu me torne um homem maduro em Cristo, eu mesmo sei que me resta muito pouca paciência quando vejo pessoas fazerem isto comigo. Sim, comigo que não sou nada e que não dei minha vida pela salvação de ninguém.
 
Ou seja: é preciso ser maduro para ver que há muitos, bem intencionados, mas que, sem delegação, começam a falar por você, ou dizer o que você lhes ensinou como se fosse algo que os acometeu por ‘osmose’... ou que em nada tivesse a ver com sua doação de vida e tempo a eles.
 
Nessa hora, a maturidade de quem lidera é deixar como Jesus deixou... sem abandonar; pois, um pouco mais adiante, esses esquecidos acabarão por se lembrar da realidade com mais precisão.
 
Sim, quando as perseguições do mundo real os fizer saber com quantos paus se faz uma cangalha.
 
Assim, no Caminho, quem anda mais adiante pela experiência, tem que se revestir de muita paciência; pois, os surtos de infantilidade são os mesmos que se pode perceber que marcaram a jornada de Jesus com os discípulos que seriam um dia verdadeiros apóstolos.
 
No passado, eu levava muito tempo para admitir que o que eu via era o que de fato estava acontecendo. E mais: levava muito tempo para falar o que via. Hoje, entretanto, sofro muito mais, pois enxergo a bobeira antes dela virar palavra ou qualquer coisa, mas me contenho; e, quando falo, é apenas quando vejo que a pessoa, mesmo recebendo toques, não se enxerga no processo interior que nela está se instalando.
 
Desse modo, no Caminho, não há ninguém que não seja forçado a se enxergar e a crescer. E isto acontece quando a existência nos chama de nossas sombras, expõe as nossas entranhas e estranhas motivações; ou, muitas vezes, as tentações de poder latentes em nós.
 
Nesses 32 anos de ministério já vi praticamente tudo acontecer. Sim, já vi de quase tudo em relação a pessoas que receberam anos de investimento... E mais: se eu fosse ficar ressabiado com tais constatações, não me animaria a fazer mais nada com ninguém; posto que não apenas cansei de muita criancice, como também, infelizmente, meu discernimento de espíritos, até desses brandos, cresceu enormemente nos últimos anos, o que me faz ter que exercitar muito mais paciência na espera pela chegada da maturidade; pois, quando você não vê nada, é muito melhor e menos sofrido do que quando você vê o tempo todo, mas deve esperar que a Palavra e o Espírito tragam revelação interior para esses corações.
 
Leva muito tempo pra gente ir deixando as coisas de menino e abraçando o mundo dos adultos no Reino!
 
Estou escrevendo isto porque, muitas vezes, recebo cartas de gente se candidatando a dirigir ou começar Estações do Caminho; e que sei serem gente boa de Deus; mas que se vão fazer qualquer coisa comigo, quero logo deixar claro que minhas sensibilidades para idiotices e buscas de supremacia e poder estão à flor de minha pele, e, muito raramente, hoje em dia, me engano quanto a isto; embora, com Jesus, eu esteja também aprendendo que os líderes Dele sempre começam como crianças bobas e tolas em muitas coisas. E eu mesmo que o diga!
 
 
 
Nele, que é Aquele que nos quer apenas sendo quem somos e fazendo o quê e como Ele nos ordenou,
 
 
 
Caio


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Mantidos pela Graça...
Conectados pela Causa...
Chamados para uma Missão...
Marcados pelo Amor...
Que assim seja nosso caminhar!

Que Deus nos ajude a ver surgir o seguinte:

1. Um caminho onde todos se ajudem, e ninguém se julgue.

2. Um caminho onde cada qual abra a própria a alma com o aflito.

3. Um caminho onde todos saibam que cada um chama o caminhar à existência pelo modo como caminha em fé.

4. Um caminho onde somente o Evangelho seja o chão do andar.

5. Um caminho onde as culpas dêem ligar à fé que descansa no amor de Deus.

6. Um caminho-lugar impossível de não se conhecer e experimentar a Graça, posto que quem a recebeu, tem que oferecê-la de graça aos demais.

7. Um lugar onde o que Jesus já fez por nós não precise de nenhuma ajuda ou acréscimos de novos sacrifícios. Posto que está feito e consumado.

8. Um caminho que não seja uma estrada fixa, mas uma jornada viva, onde o chão de cada um tem em comum com os demais, a Graça, mas que é completamente particular e singular para o indivíduo.

9. Um caminho de individuação, e de consciência de irmandade.

10. Um caminho de cura para a alma, e de alegria para o espírito. Ou seja: um caminho de paz. Pura Boa Nova.

É nesta direção que estamos indo...

Vem e vê. O que temos a mostrar é o caminho com Ele. O que temos a fazer é apenas Segui-Lo. A Verdade conheceremos na Vida. E a Vida experimentaremos no Caminho. E o encontro com a Verdade na Vida no Caminho, nos será abundante liberdade e libertação. E, no fim, todos estaremos mais parecidos com discípulos Dele. De fato, pela Graça Dele, todos aprenderemos o caminho do discípulo.


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O QUE É O REFRIGERANTE?!
Quando vc acaba de beber um refrigerante

 
INTERESSANTE!

Quando você  acaba de beber um refrigerante


Prof. Dr. Carlos Alexandre Fett
Faculdade de Educação Física da UFMT
Mestrado da Nutrição da UFMT
Laboratório de Aptidão Física e Metabolismo - 3615 8836
Consultoria em Performance Humana e Estética

Prestem atenção...

**O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UMA LATA DE REFRIGERANTE**

Primeiros
10 minutos:
10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente.
Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.

20 minutos:
O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina.

O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular).

40 minutos:
A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente. Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.

45 minutos:
O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como com a heroína..)

50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo.
As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina, ou seja, está urinando seus ossos, uma das causas das OSTEOPOROSE.

60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina.

Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam..
Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar.
Ficará irritadiço.
Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.

Pense nisso antes de beber refrigerantes.
Se não puder evitá-los, modere sua ingestão!
Prefira sucos naturais.
Seu corpo agradece!*
Se achar interessante, repasse.
Certamente estará fazendo bem a alguém.